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O faturamento do cliente do Grupo A é baseado na aplicação de uma tarifação binômia, composta de duas grandezas: CONSUMO (kWh) e DEMANDA (kW).​

O grupo A é subdividido em vários subgrupos, distinguido pelo nível de tensão de fornecimento, apresentando cada um desses, valores definidos de tarifa.


SUBGRUPOTENSÃO DE FORNECIMENTO
A1230 kV ou mais
A269 kV *
A3​​69 kV *​
A3a 30 a 44 kV​
A4 ​​2,3 a 25 kV


Para o Grupo A, existem dois modelos de tarifação, denominado de CONVENCIONAL e HORO-SAZONAL.

Enquadramento:

  • * Os clientes supridos em tensão inferior a 69 kV (tensão de distribuição primária), com demanda inferior a 300kW, poderão, opcionalmente, ser enquadrados na Tarifa Convencional, HORO-SAZONAL Azul ou Verde.
  • * Os clientes supridos em tensão inferior a 69kV (tensão de distribuição primária), com demanda superior a 300kW, serão enquadrados na Tarifa HORO-SAZONAL Azul ou Verde.
  • Os clientes supridos em tensão igual ou superior a 69 kV, independentemente do valor de demanda, serão enquadrados na Tarifa HORO-SAZONAL Azul.
  • * As alterações de opção tarifária, de Verde para Azul ou vice-versa, ou optar pelo retorno à estrutura convencional, serão atendidas desde que a opção anterior tenha sido feita a mais de 12 meses consecutivos e completos de faturamento.
    Ambiente de Contratação Livre

    Livre e Potencialmente Livres são consumidores que podem optar pela compra de energia elétrica junto a qualquer fornecedor, conforme legislação e regulamentos específicos.

    Pela Lei 9074 de julho de 1995 ficou estipulado que, a partir de julho de 1998, todos os consumidores de energia com demanda superior a 10MW e tensão A2 maior que 69KV poderiam se tornar livres, mantendo os pré-requisitos dos contratos bilaterais vigentes.

    Desde julho do ano 2000, as regras do mercado livre passaram a valer também para consumidores com demanda superior a 3MW, respeitando-se também a vigência dos contratos preexistentes.

    As novas empresas consumidoras formadas após a promulgação da lei e ligadas em alta tensão com demanda superior a 3 MW já nascem como clientes livres.

    O preço da energia cobrado do consumidor final é resultado não apenas do valor do mercado atacadista de energia elétrica, mas também do custo de transmissão, ou seja, a tarifa paga pelo uso da rede básica de transmissão e o custo das conexões entre a empresa produtora e a rede básica, e desta com a rede local da empresa consumidora. A tarifa de uso da rede básica é estabelecida pela ANEEL, com base nos custos de investimentos no sistema de transmissão e na localização dos pontos de produção e consumo de energia.

    Livres

    Conforme o Decreto nº 5.163 do Ministério de Minas e Energia, consumidor livre é aquele que, atendido em qualquer tensão, tenha exercido a opção de compra de energia, conforme as condições previstas nos artigos 15 e 16 da Lei nº 9.074, de 7 de julho de 1995.

    • USO (Transporte da Energia) – Atendido pela Concessionária Local
    • ENERGIA – Atendido por uma Comercializadora

    Potencialmente Livres

    São aqueles que, a despeito de cumprirem as condições previstas no art. 15 da Lei nº 9.074, de 7 de julho de 1995, são atendidos de forma regulada.

    • USO (Transporte da Energia) – Atendido pela Concessionária Local
    • ENERGIA – Atendido pela Concessionária Local

    A EDP adotou uma estratégia de pioneirismo e decidiu montar uma subsidiária própria, a Enertrade, com mandato para gerenciar a exposição aos riscos de mercado para as empresas do Grupo e também para atuar com confiabilidade e competência no mercado.

    Atendimento a Clientes Livres e Potencialmente Livres
    Tel: (12) 3206 3133 e (12) 3206 3133
    E-mail: beneditoalonso@edpbr.com.br ou juliana.siqueira@edpbr.com.br

    Autoprodutores e Produtores Independentes

    Livre e Potencialmente Livres são consumidores que podem optar pela compra de energia elétrica junto a qualquer fornecedor, conforme legislação e regulamentos específicos.

    Pela Lei 9074 de julho de 1995 ficou estipulado que, a partir de julho de 1998, todos os consumidores de energia com demanda superior a 10MW e tensão A2 maior que 69KV poderiam se tornar livres, mantendo os pré-requisitos dos contratos bilaterais vigentes.

    Desde julho do ano 2000, as regras do mercado livre passaram a valer também para consumidores com demanda superior a 3MW, respeitando-se também a vigência dos contratos preexistentes.

    As novas empresas consumidoras formadas após a promulgação da lei e ligadas em alta tensão com demanda superior a 3 MW já nascem como clientes livres.

    O preço da energia cobrado do consumidor final é resultado não apenas do valor do mercado atacadista de energia elétrica, mas também do custo de transmissão, ou seja, a tarifa paga pelo uso da rede básica de transmissão e o custo das conexões entre a empresa produtora e a rede básica, e desta com a rede local da empresa consumidora. A tarifa de uso da rede básica é estabelecida pela ANEEL, com base nos custos de investimentos no sistema de transmissão e na localização dos pontos de produção e consumo de energia.

    Livres

    Conforme o Decreto nº 5.163 do Ministério de Minas e Energia, consumidor livre é aquele que, atendido em qualquer tensão, tenha exercido a opção de compra de energia, conforme as condições previstas nos artigos 15 e 16 da Lei nº 9.074, de 7 de julho de 1995.

    • USO (Transporte da Energia) – Atendido pela Concessionária Local
    • ENERGIA – Atendido por uma Comercializadora

    Potencialmente Livres

    São aqueles que, a despeito de cumprirem as condições previstas no art. 15 da Lei nº 9.074, de 7 de julho de 1995, são atendidos de forma regulada.

    • USO (Transporte da Energia) – Atendido pela Concessionária Local
    • ENERGIA – Atendido pela Concessionária Local

    A EDP adotou uma estratégia de pioneirismo e decidiu montar uma subsidiária própria, a Enertrade, com mandato para gerenciar a exposição aos riscos de mercado para as empresas do Grupo e também para atuar com confiabilidade e competência no mercado.

    Atendimento a Clientes Livres e Potencialmente Livres
    Tel: (12) 3206 3133 e (12) 3206 3133
    E-mail: beneditoalonso@edpbr.com.br ou juliana.siqueira@edpbr.com.br

    Modalidade Tarifária Horária

    Os contratos nas modalidades tarifárias horárias, apresentam diferentes valores para a demanda e energia, nos segmentos horários definidos como ponta e fora de ponta.

    O preço da energia é diferente em função do horário de consumo, ponta e fora de ponta, e também está sujeito a alterações relacionadas ao custo da geração, que são sinalizadas pelas Bandeiras Tarifárias, indicadas nas cores verde, amarela e vermelha. Confira na sua conta a cor da bandeira válida no mês.

    TIPO DESCRIÇÃO
    Horário de Ponta (P) composto por 3 horas consecutivas definidas pelo Concessionário de acordo com as características do seu sistema elétrico. O horário de Ponta estabelecido é das 17h30 às 20h30.
    Horário Fora de Ponta (FP) composto pelas 21 horas diárias complementares ao horário de Ponta. Sábados e domingos são considerados horários Fora de Ponta.
    Período de medição de Energia Reativa Indutiva (I) intervalo compreendido das 5h30min às 23h30min.​
    Período de medição de Energia Reativa Capacitiva (C) intervalo compreendido das 23h30min às 5h30min.​

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